Fechar Menu

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Governo silencia sobre repressão no Irã, mas exalta prontamente premiação de filme

    13/01/2026

    Sob pressão dos EUA, Nicarágua solta presos políticos

    13/01/2026

    18 fatos e revelações envolvendo o Master desde a virada de ano

    13/01/2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Últimas Notícias:
    • Governo silencia sobre repressão no Irã, mas exalta prontamente premiação de filme
    • Sob pressão dos EUA, Nicarágua solta presos políticos
    • 18 fatos e revelações envolvendo o Master desde a virada de ano
    • Sucessora de Maduro responde Trump e diz mandar na Venezuela
    • Os parceiros comerciais do Irã que entraram na mira de Trump
    • Sob pressão de Trump, Groenlândia recorre à Otan para defesa
    • Trump anuncia tarifa de 25% a quem fizer negócios com o Irã
    • BC concorda com inspeção sobre Master, diz presidente do TCU
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Fatos RecentesFatos Recentes
    Melhore sua saúde
    • Home
    • Politica
    • Esportes
    • Estilo de vida
    • Economia
    • Pelo Mundo
    • Entretenimento
      • Cinema
      • Eventos
      • videos
    Fatos RecentesFatos Recentes
    Lar»Politica»Pelo Mundo»petróleo segue estável, mas há mudanças à vista
    Pelo Mundo

    petróleo segue estável, mas há mudanças à vista

    gestorPor gestor05/01/2026Nenhum comentário0 Visualizações
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn O que você acha do WhatsApp? Reddit Tumblr E-mail
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest E-mail



    A captura do ditador Nicolás Maduro por tropas de elite americanas no dia 3 de janeiro em Caracas não abalou o mercado internacional de petróleo. Apesar do anúncio do presidente Donald Trump de que empresas dos EUA retornariam à Venezuela para produzir petróleo, os preços da commodity seguem estáveis.

    A razão: incertezas sobre o futuro imediato da Venezuela, sua baixa relevância na produção mundial (apenas 1%) e a necessidade de investimentos massivos para reativar a indústria petrolífera — processo que pode levar de dois a dez anos.

    Analistas ouvidos pela Gazeta do Povo avaliam que os acontecimentos não trarão oscilações disruptivas na oferta e, portanto, no preço internacional do barril de petróleo no curto prazo.

    Em reunião no domingo, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve seus planos de não aumentar a produção até março deste ano, descartando grandes disrupções na oferta global.

    Atualmente, a Venezuela é responsável por cerca de 1% de toda a oferta global de petróleo, apesar de ter as maiores reservas mundiais (17%). Além disso, grande parte da produção venezuelana é de petróleo pesado — com alta viscosidade e maior concentração de impurezas —, que exige refinarias especializadas para processamento.

    Apesar do controle americano sobre a Venezuela, a logística petrolífera segue ativa. Nesta segunda-feira (5), a agência Reuters reportou que cerca de 12 petroleiros venezuelanos deixaram o país de forma clandestina nos últimos dias, furando o bloqueio mantido pelos EUA. Todas as embarcações estão sob sanções americanas, assim como outras que deixaram o país vazias após descarregarem cargas de importações.

    Logo após o ataque dos EUA, a China criticou duramente a operação e exigiu a libertação imediata de Maduro. A reação chinesa não surpreende: cerca de 80% das exportações de petróleo venezuelano são direcionadas ao país asiático.

    Em coletiva após a captura, porém, Trump sinalizou disposição para negociar. O presidente americano afirmou que a operação não afetaria as relações com Xi Jinping e que as vendas de petróleo para a China poderão continuar — desde que sob condições favoráveis aos EUA.

    Lucas Sigu Souza, sócio-fundador da Ciano Investimentos, explica que as reservas de petróleo não afetam o preço da commodity por si só. Segundo ele, reservas grandes representam apenas potencial de exploração no longo prazo — o que pode se tornar uma vantagem competitiva para os Estados Unidos caso empresas americanas controlem a extração e o refino na Venezuela.

    Para Souza, o controle americano sobre a Venezuela não significa automaticamente posse do petróleo no subsolo. Por isso, enquanto a situação política não se definir, é impossível prever movimentos nos preços.

    Infraestrutura deteriorada e falta de mão de obra travam recuperação

    Os ataques americanos não afetaram a infraestrutura petrolífera venezuelana. O problema é outro: anos de baixos investimentos e sucateamento da indústria elevam os custos de reativação. O país reduziu drasticamente sua produção — de 3,5 milhões de barris diários em 1999 para menos de um terço disso hoje.

    Diante deste cenário de instabilidade política e infraestrutura deteriorada, Frederico Nobre, gestor de investimentos da Warren, estima entre cinco e dez anos para a Venezuela voltar a ser relevante na oferta mundial de petróleo.

    Recuperação depende de realinhamento político com o Ocidente

    Os analistas da Janus Henderson preveem um prazo mais curto — cerca de dois anos —, mas apenas se houver um realinhamento político do país ao Ocidente. Segundo a gestora, um cenário político estável seria essencial para estimular o retorno das empresas ao mercado venezuelano.

    Um cenário político mais estável seria essencial para atrair empresas de volta ao mercado venezuelano. David Goldwyn, presidente do Grupo Consultivo de Energia do think tank Atlantic Council, é categórico: poucas empresas americanas voltarão à Venezuela sem um regime legal e fiscal confiável e sem segurança estável.

    Goldwyn aponta ainda outro obstáculo: a falta de mão de obra qualificada. Muitos trabalhadores especializados deixaram o país durante a crise econômica e política dos últimos anos, criando um vazio técnico que dificulta a retomada imediata da produção.



    Source link

    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegrama E-mail
    gestor
    • Site

    Posts relacionados

    Governo silencia sobre repressão no Irã, mas exalta prontamente premiação de filme

    13/01/2026

    Sob pressão dos EUA, Nicarágua solta presos políticos

    13/01/2026

    Sucessora de Maduro responde Trump e diz mandar na Venezuela

    13/01/2026
    Deixe uma resposta Cancelar resposta

    Demo
    Top Posts

    Lula condena Trump na Venezuela, mas poupa Putin na Ucrânia

    05/01/20268

    Com Maduro nos EUA, sua fortuna bilionária pode ser confiscada

    04/01/20263

    Como deve ser o julgamento de Maduro nos EUA

    03/01/20263

    Governo decide que estados e municípios terão de bancar fundos aplicados no Master

    09/01/20261
    Don't Miss
    Pelo Mundo

    Governo silencia sobre repressão no Irã, mas exalta prontamente premiação de filme

    Por gestor13/01/20260

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) optou pelo silêncio diante da…

    Sob pressão dos EUA, Nicarágua solta presos políticos

    13/01/2026

    18 fatos e revelações envolvendo o Master desde a virada de ano

    13/01/2026

    Sucessora de Maduro responde Trump e diz mandar na Venezuela

    13/01/2026
    Stay In Touch
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

    Demo
    © 2026 Fatos Recentes. Desenvolvido por SoluçõesWeb.
    • Home
    • Politica
    • Estilo de vida
    • Na Bahia
    • Buy Now

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.